domingo, 4 de dezembro de 2011
Oi, pessoal!!
Aque, horas e onde agente vai se encontrar! Eu não estou sabendo qual o horario e, onde.
domingo, 9 de outubro de 2011
Pós-pororoca
Só para deixar registrado, a Poroca II foi um excelente evento, no qual houve muita diversão e reflexão (crítica) sobre teatro, arte e expressão humana.
Apresentaram-se os grupos de Teatro e Dança da Galeria Olido e da Biblioteca Monteiro Lobato.
Apresentaram-se os grupos de Teatro e Dança da Galeria Olido e da Biblioteca Monteiro Lobato.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
POPORÓCA 2!!!
UHUUUUU!!! A mais nova Pororóca está anunciada!! Dom,09/10, às 16h00, apresentações abertas ao público humilde - é só uma troca de processos... nada muito elaborado, mas com certeza bem divertido! ;)Quem puder: Apareça!! YEI!!!
domingo, 25 de setembro de 2011
Negrinha acenando
Galera, tive a idéia de cada um pensar em falas para sua "prostituta", ou caminhoneiro, que se possível tivesse alguma ligação com sua cena, ou tese... O que acham? Ex. Na fala do Vinícius ele poderia citar a morte da véia, algo assim... O que acham? Pra quem não tem o original:
UMA NEGRINHA ACENANDO, de Dalton Trevisan
Seis e meia da tarde, na estrada. Garota de calça azul berrante e blusa vermelha.
GAROTA: Dá uma carona, moço?
CAMINHONEIRO: Suba. De volta do emprego?
GAROTA: Estou paquerando.
CAMINHONEIRO: Não diga. Faz isso todo dia?
GAROTA: Quando não chove.
GAROTA: Desde muito na vida?
GAROTA: Faz um ano. Uma ruiva me trouxe. Ela também paquera.
CAMINHONEIRO: Quem foi o primeiro?
GAROTA: Meu noivo. Queria saber se era moça.
CAMINHONEIRO: Ficou grávida?
GAROTA: Tive um menino. Quase um aninho. Chuva ou sem chuva, são dois pacotes de leite por dia.
CAMINHONEIRO:Teus pais sabem?
GAROTA: Pensam que trabalho de diarista.
CAMINHONEIRO:Como é a paquera?
GAROTA: A gente faz sinal. Até que alguém pára. Às vezes fica freguês.
CAMINHONEIRO: Aonde vão? Alguma casa?
GAROTA: Que casa. No caminhão. No mato.
CAMINHONEIRO:Você faz tudo?
GAROTA: O normal.
CAMINHONEIRO: Sente algum prazer?
GAROTA: Difícil. Eles sempre com pressa.
CAMINHONEIRO: Quanto você cobra?
GAROTA: Meia nota.
CAMINHONEIRO: Hoje foi bom?
GAROTA: Não ganhei nada. Tem dia bom. Depende de sorte.
CAMINHONEIRO: Qual o pior dia?
GAROTA: Quando chove. Ou muito frio. Cato graveto e acendo foguinho debaixo da ponte.
CAMINHONEIRO: E a hora pior?
GAROTA: Do almoço. Daí eles não param.
CAMINHONEIRO: Você almoça?
GAROTA: Eu, hein!
CAMINHONEIRO: Como você vem?
GAROTA: Cedinho saímos de casa, eu e a ruiva. Andamos um bom pedaço. Medo de meus pais. Daí ficamos pedindo carona. De repente um pára.
CAMINHONEIRO: E a volta?
GAROTA: Mais custosa. Ainda se ameaça chuva.
CAMINHONEIRO: Já anoiteceu na estrada?
GAROTA: Um par de vezes.
CAMINHONEIRO: Quando amanhece chovendo?
GAROTA: A gente não vem.
CAMINHONEIRO: Qual foi o melhor dia?
GAROTA: O dia que peguei sete.
CAMINHONEIRO: Já tenho visto na estrada essa calça azul.
GAROTA: De onde o senhor é?
CAMINHONEIRO: Estou de passagem. Há muitas como você?
GAROTA: Uma em cada curva. Muita menina. De treze e catorze anos. Dão até por amor.
CAMINHONEIRO: Onde?
GAROTA: No matinho. Atrás da moita.
CAMINHONEIRO: Não engravidam?
GAROTA: Lá são bobas feito eu.
CAMINHONEIRO: Esses dentes. O que aconteceu?
Tão novinha.
GAROTA: Doía o do meio. Bem aqui na frente.
CAMINHONEIRO: Quem te atendeu?
GAROTA: O dentista do governo.
CAMINHONEIRO: Por que tirou os outros?
GAROTA: Eu disse: “Dói tudo.” E ele: Já viu debulhar milho? Daí arrancou os quatro.
CAMINHONEIRO: Chegamos. Aqui você desce.
GAROTA:Até qualquer dia, moço.
UMA NEGRINHA ACENANDO, de Dalton Trevisan
Seis e meia da tarde, na estrada. Garota de calça azul berrante e blusa vermelha.
GAROTA: Dá uma carona, moço?
CAMINHONEIRO: Suba. De volta do emprego?
GAROTA: Estou paquerando.
CAMINHONEIRO: Não diga. Faz isso todo dia?
GAROTA: Quando não chove.
GAROTA: Desde muito na vida?
GAROTA: Faz um ano. Uma ruiva me trouxe. Ela também paquera.
CAMINHONEIRO: Quem foi o primeiro?
GAROTA: Meu noivo. Queria saber se era moça.
CAMINHONEIRO: Ficou grávida?
GAROTA: Tive um menino. Quase um aninho. Chuva ou sem chuva, são dois pacotes de leite por dia.
CAMINHONEIRO:Teus pais sabem?
GAROTA: Pensam que trabalho de diarista.
CAMINHONEIRO:Como é a paquera?
GAROTA: A gente faz sinal. Até que alguém pára. Às vezes fica freguês.
CAMINHONEIRO: Aonde vão? Alguma casa?
GAROTA: Que casa. No caminhão. No mato.
CAMINHONEIRO:Você faz tudo?
GAROTA: O normal.
CAMINHONEIRO: Sente algum prazer?
GAROTA: Difícil. Eles sempre com pressa.
CAMINHONEIRO: Quanto você cobra?
GAROTA: Meia nota.
CAMINHONEIRO: Hoje foi bom?
GAROTA: Não ganhei nada. Tem dia bom. Depende de sorte.
CAMINHONEIRO: Qual o pior dia?
GAROTA: Quando chove. Ou muito frio. Cato graveto e acendo foguinho debaixo da ponte.
CAMINHONEIRO: E a hora pior?
GAROTA: Do almoço. Daí eles não param.
CAMINHONEIRO: Você almoça?
GAROTA: Eu, hein!
CAMINHONEIRO: Como você vem?
GAROTA: Cedinho saímos de casa, eu e a ruiva. Andamos um bom pedaço. Medo de meus pais. Daí ficamos pedindo carona. De repente um pára.
CAMINHONEIRO: E a volta?
GAROTA: Mais custosa. Ainda se ameaça chuva.
CAMINHONEIRO: Já anoiteceu na estrada?
GAROTA: Um par de vezes.
CAMINHONEIRO: Quando amanhece chovendo?
GAROTA: A gente não vem.
CAMINHONEIRO: Qual foi o melhor dia?
GAROTA: O dia que peguei sete.
CAMINHONEIRO: Já tenho visto na estrada essa calça azul.
GAROTA: De onde o senhor é?
CAMINHONEIRO: Estou de passagem. Há muitas como você?
GAROTA: Uma em cada curva. Muita menina. De treze e catorze anos. Dão até por amor.
CAMINHONEIRO: Onde?
GAROTA: No matinho. Atrás da moita.
CAMINHONEIRO: Não engravidam?
GAROTA: Lá são bobas feito eu.
CAMINHONEIRO: Esses dentes. O que aconteceu?
Tão novinha.
GAROTA: Doía o do meio. Bem aqui na frente.
CAMINHONEIRO: Quem te atendeu?
GAROTA: O dentista do governo.
CAMINHONEIRO: Por que tirou os outros?
GAROTA: Eu disse: “Dói tudo.” E ele: Já viu debulhar milho? Daí arrancou os quatro.
CAMINHONEIRO: Chegamos. Aqui você desce.
GAROTA:Até qualquer dia, moço.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
ÓTIMO PROGRAMA FDS
Olá galera,
Boa Noite!!!
Estou passando para convidar vcs para assistir a peça chamada Cidade Fim,Cidade Coro ,Cidade Inverso.
A peça é simplismente fantáStica!!!!! Apresenta um jogo criativo,movimentos rápidos uma nova versão/visão de como o teatro pode ser criativo e interativo.
Como uma história pode ter várias versãos e ser contada de forma cada vez mais criativa?
O mais legal é que o o livro tem como base depoimentos coletados atravez do dia dia , o que se assimila muito com o nosso diálogo casual .Uma peça formada por histórias reias...
Para saber mais assistam....
Amanhã vou ver a peça novamente se quizer ir 17h15min na Olido ok .Qualquer coisa me liguem 60526730.
A peça é 0800(de graça) tem duração de +- 2hrs....tem que chegar com uma hora de antecedência.Ou seja começa ás 19hrs ,sendo assim, é melhor chegar ás 18hrs .
Bjos bjos bjos e vamos galera!!! depois a gente passa no buteco ....
desculpem ai se tiver muito erro de portugues estou caindo de sono, mais quero muito dividir esssa peça com vcs...
há esse é o ultimo fds sendo assim vamos!!!!!!!!!!!!!!
Bolo de cenoura
Hoje no salão, ouvi um comentario de uma cliente. Que o filho, quando pequeno gostava muito de bolo de cenoura. E ela sempre fez bolo de cenoura, mesmo ele já grande. Um dia ele falou pra mãe que ja não aguentava mais bolo de cenoura. KKKkk
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
Desabafo
Meus queridos e queridas, no dia de hoje eu penso que como a Ana dizia no domingo dia 24/07/11
Ela teve uma conversa meia critica no sentido de pessoas fluituantes no grupo e tal's,meio que eu fiquei pensativo e tal's pelo o fato de que me sinto meio perdido nessa turma, simplismente pelo fato que eu venho de outro trabalho e meio que cai de paraquendas nessa historia.
Eu posso dizer que fico feliz em ter ajudado o grupo de alguma forma com a questão de ter uma "base inicial".
Queria que dizer algumas coisas: Pessoas passam por nós mais a memoria fica, aquilo feito um dia nunca vai se esquecer.
Isso não é um Adeus, pelo contrario isso é uma formar de me expor e dizer que a minha pessoa vai se fortacer nesse projeto, no que eu puder eu ajudarei e tudo mais.
Vendo de um angulo pessoal,vejo que a turma em si precisa de uma força mais potente, e com a colaboração de todos ( me coloco nesse meio), vejo que a turma está num processo que se for mais intenso no sentido de produção e de colaboração será muito mais facil de se trabalhar.
Tem aquele lance "comunhão" (Comum uniãoa) espero que temos comunhão no grupo,loogico que vai ter divergência no grupo e em todos os lugares é normal, sabendo viver com isso se resolve tudo! >.<
Respeitando a opinião do proximo.
Ela teve uma conversa meia critica no sentido de pessoas fluituantes no grupo e tal's,meio que eu fiquei pensativo e tal's pelo o fato de que me sinto meio perdido nessa turma, simplismente pelo fato que eu venho de outro trabalho e meio que cai de paraquendas nessa historia.
Eu posso dizer que fico feliz em ter ajudado o grupo de alguma forma com a questão de ter uma "base inicial".
Queria que dizer algumas coisas: Pessoas passam por nós mais a memoria fica, aquilo feito um dia nunca vai se esquecer.
Isso não é um Adeus, pelo contrario isso é uma formar de me expor e dizer que a minha pessoa vai se fortacer nesse projeto, no que eu puder eu ajudarei e tudo mais.
Vendo de um angulo pessoal,vejo que a turma em si precisa de uma força mais potente, e com a colaboração de todos ( me coloco nesse meio), vejo que a turma está num processo que se for mais intenso no sentido de produção e de colaboração será muito mais facil de se trabalhar.
Tem aquele lance "comunhão" (Comum uniãoa) espero que temos comunhão no grupo,loogico que vai ter divergência no grupo e em todos os lugares é normal, sabendo viver com isso se resolve tudo! >.<
Respeitando a opinião do proximo.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Alguem..
Oi Gente, tive problemas pessoais e não pude estar com vcs nos últimos Domingos. Mas informo que espero não perder mais nenhum de nossos encontros! =D
Queria saber como vai ser essa tal da "Pororoca" esta parecendo bem atraente! rs /Onde vamos nos encontrar? Ahh.. tambem queria saber dos videos que fizemos durante os nossos encontros, Alguem postou? Aguardo Resposta. Um Beijão da Ma!
terça-feira, 19 de julho de 2011
Pororoca
Encontro de Dança e Teatro Galeria Olido
Ação Processos
Galeria Olido e Biblioteca Monteiro Lobato
Roteiro
Aquecimento ( 11h30 ás 12h )
1º Momento - Trocas (12h ás 13h30 )
As 6 turmas de dança e teatro do programa Vocacional da Galeria Olido e da biblioteca Monteiro Lobato irão apresentar suas propostas artisticas em forma de instalações, cenas, improvisações, etc.
Cada turma terá que realizar sua proposta em 10 minutos.
2º Momento - Revoada ( 14h ás 14h30 )
Percurso em coletivo pelo entorno da galeria Olido, no qual serão explorados aspectos das proposras artisticas apresentadas pelas turmas.
3º Momento - Apreciação ( 14h30 ás 15h30 )
Artistas Orientadoras : Ana Andreatta, Isabela Santana e Elisa Band
Local: Galeria Olido - Av. São João, 473 ( Sala Vermelha)
Dia 30 de julho das 11h30 ás 15h30
Obs: Cada participante devera trazer seu proprio lanche.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
ANTES DE PARTIR
“Eu vou levar pra sempre comigo
A música
Meus amigos
E se possível,
Minha memória
Vou levar pra sempre comigo
Meus filhos
Meu sorriso
E um beijo inesquecível”
...
“Existe algo mais belo do que compartilhar o que nos toca?”
ANTES DE PARTIR
“O que é mais importante para você na Vida?
“O que mais o emociona na sua experiência de Vida?
“Se pudesse levar apenas uma lembrança com você sobre sua Vida qual seria?”
...
“Como animais incoerentes
Falávamos,... mas não escutávamos...
Foi a última discussão dele...”
“Já aconteceu algo em sua vida
Que te fez mudar completamente o rumo das coisas?”
“Saborear como se fosse o último...”
Sensações... Emoções...
Pequenos gestos
Pequenas coisas
Simplicidade
Aconchego...
Sonhos
Anseios
Valores
Memórias...
***Sensacional! S2 ***
A música
Meus amigos
E se possível,
Minha memória
Vou levar pra sempre comigo
Meus filhos
Meu sorriso
E um beijo inesquecível”
...
“Existe algo mais belo do que compartilhar o que nos toca?”
ANTES DE PARTIR
“O que é mais importante para você na Vida?
“O que mais o emociona na sua experiência de Vida?
“Se pudesse levar apenas uma lembrança com você sobre sua Vida qual seria?”
...
“Como animais incoerentes
Falávamos,... mas não escutávamos...
Foi a última discussão dele...”
“Já aconteceu algo em sua vida
Que te fez mudar completamente o rumo das coisas?”
“Saborear como se fosse o último...”
Sensações... Emoções...
Pequenos gestos
Pequenas coisas
Simplicidade
Aconchego...
Sonhos
Anseios
Valores
Memórias...
***Sensacional! S2 ***
domingo, 3 de julho de 2011
Barriga-torta* no centro SP.
*03 de julho de 2011,
O.O Realmente aconteceu...
Confesso não ter pensado muito nas conseqüências...
Meu objetivo era: mover o público!
Meu receio? No primeiro momento, apenas de não conseguir atrair ninguém: Barriga torta... Centro de São Paulo... Resolvi fazer a cena e ver o que dava... Se não conseguisse mover alguém, seria um aprendizado de qualquer forma...
Não tive muito tempo para pensar em nada na verdade...
Ana (a artista orientadora): “10 min para pensar na cena!”
Yumi olhou para mim... Eu olhei para Yumi... : “Não tenho nenhuma idéia!” ... “Eu também não!” O.O
Sentamos de frente ao farol e observamos a movimentação...
...
“Sei lá... Uma idéia inicial... Uma tem que motivar a outra a atravessar a rua, que por alguma razão não atravessa...”
(...)
“Mas tava pensando em algo para interagir com o público... É... E se fossemos duas cegas? Esperamos alguém nos ajudar a atravessar!”
(...)
“E se uma estivesse com o pé machucado e a outra tentando ajudar com dificuldade?”
(...)
“E se uma estivesse grávida e caísse no chão?” O.O ... “!!!”
(...)
Não tivemos mais muito tempo... As outras cenas iniciaram... Motivando a gente também para a nossa...
Quando sai da sala... Não pensei em mais nada... Só tentei interiorizar a barriga... A dor... O desespero... As sensações...
Fui andando e olhando com cara de dor para as pessoas... Tinha dificuldade ao andar...
A Yumi na frente me sinalizou o melhor local... Foi para o orelhão mais próximo...
Esperei o grupo de mulheres e vinham na contramão se aproximarem...
E assim: Cái!
Eu, grávida, dores...
Yumi gritando: “Ela caiu, ajuda!...”
Me motivou a pedir ajuda também... Desesperada...
As mulheres ajoelharam sobre mim...
- Confesso ter vibrado um pouco pela motivação delas: A cena estava feita! -
Elas pediram para eu deitar...Iam chamar ajuda...
Eu disse estar bem...
Só precisava de ajuda para levantar...
Tentei sentar...
Me deitaram de novo... Uma delas, mais mocinha, colocou a mão na minha barriga...
-Iii, fudeu!... - Nada! ... A senhora do meu outro lado, pegava o celular:
“Calma,...”
“Está tudo bem, só preciso de ajuda para levantar... Quero ir para casa, por favor!”
“Você mora aqui perto? Qual o seu telefone?”...
- A Yumi desesperada, gritando, tentando ligar para o resgate do orelhão... Pessoas a ajudando... Quanto percebi... Diversas pessoas em volta...
Vozes:
“Calma, calma!”
“Fica deitada!”
“Chamem o resgate!”
“O que ela tem?”
...
A senhora ao meu lado:
“Você está com quantos meses?
-Fudeu! Sei lá... Quantos meses?... Fingi não ouvir... –
“Quantos meses vocês está?”
“Cinco! ... Mas está tudo bem... Me ajude a levantar, por favor...”
O desespero da mulher... Nessa hora comecei a pensar em como contaria a ela... Como pediria desculpas... Ela estava apreensiva...
“Fale o número da sua casa!”
“3... 2...”
De repente, uma voz: “Fique tranqüila, o resgate chegou!”
O.O
Uma viatura policial! Todos com cara de alívio! - Menos eu e a Yumi – Óbvio! -
“Está tudo bem! Não, está tudo bem, sério! Me ajudem a levantar, por favor!”
Levantei com dificuldade, com a ajuda do policial...
A Yumi: “Ajudem só a levá-la ali dentro... Ela precisa só sentar...”
“Sente aqui na viatura!”
“Eu estou bem, obrigada gente! Eu moro aqui perto... Desculpe...”
Yumi: “Está tudo bem, ela está comigo, eu a levo para casa!”
“Você conhece ela?”
“Sim! Ela é minha irmã... Está tudo bem!”
-Detalhe:eu,latino-americana; ela: oriental... -
“Mas é rápido! A gente te leva até a base...”
“Não, eu...”
O guarda na minha frente... Com uma cara de dúvida também – Minha barriga devia estar muito torta, ele próximo de mim... Olhei nos olhos dele, tentei passar segurança, tentando de alguma forma mostrar para ele que era uma brincadeira, que não esperava toda aquela repercussão...
“Tem certeza que não quer que a levemos?”
“Tenho! Está tudo bem... Obrigada... Moro perto...”
Um senhor passante, com a porta do carro da viatura aberta, ele insistia, com cara de experiência e seriedade para a minha “teimosia de criança”: “Entra, deixe eles te levarem, é melhor...”
“Obrigada, eu estou bem, eu... Obrigada gente... Está tudo bem...”
Quando virei dei de cara com mais uma porção de pessoas...
A Yumi me dando assistência: “Mantém a cena, calma... Vamos... mantém...”
“Ok..”
Continuei em cena, tentando justificar minhas ações para o público, falei para Yumi: “Calma.. Estão todos olhando para mim... Eu estou bem! Vamos entrar ali dentro um pouco, quero sair daqui... Espera...” – E parava de vez em quando para segurar a barriga e respirar fundo...
Entramos na Olido... Mantive mais ou menos a cena – Tinham pessoas atrás que poderiam estar olhando para a gente... - Andando com dificuldade, mas já rindo e comentando com ela...
Que loucura! Aquela sensação de “Ufa! Foi por pouco!” ...
Teve momentos que pensei em contar a verdade... *Íamos acabar presas! Apedrejadas... Sei lá...
Muitos estavam lá por curiosidade... Mas senti o desespero em outros...
Nossa! Com coisa séria não se brinca!
- Não tente fazer isso em casa!* Só se estiver muito bem treinado e souber a hora certa de parar e como contar a verdade, tendo recursos para isso!... -
Teve momentos em que fiquei realmente preocupada... Na hora de levantar... Aquela barriga torta!...
A Yumi e suas ações foram fundamentais! – Obrigada! S2*** - Não sei se conseguiria sozinha... Contornar a situação, convencer as pessoas de que ficaria bem...
Com certeza, elas vão ficar um tempo pensando se era verdade, ou mentira...
Enfim...
“Ufa... Simplesmente... Inesquecível!... S2
O.O Realmente aconteceu...
Confesso não ter pensado muito nas conseqüências...
Meu objetivo era: mover o público!
Meu receio? No primeiro momento, apenas de não conseguir atrair ninguém: Barriga torta... Centro de São Paulo... Resolvi fazer a cena e ver o que dava... Se não conseguisse mover alguém, seria um aprendizado de qualquer forma...
Não tive muito tempo para pensar em nada na verdade...
Ana (a artista orientadora): “10 min para pensar na cena!”
Yumi olhou para mim... Eu olhei para Yumi... : “Não tenho nenhuma idéia!” ... “Eu também não!” O.O
Sentamos de frente ao farol e observamos a movimentação...
...
“Sei lá... Uma idéia inicial... Uma tem que motivar a outra a atravessar a rua, que por alguma razão não atravessa...”
(...)
“Mas tava pensando em algo para interagir com o público... É... E se fossemos duas cegas? Esperamos alguém nos ajudar a atravessar!”
(...)
“E se uma estivesse com o pé machucado e a outra tentando ajudar com dificuldade?”
(...)
“E se uma estivesse grávida e caísse no chão?” O.O ... “!!!”
(...)
Não tivemos mais muito tempo... As outras cenas iniciaram... Motivando a gente também para a nossa...
Quando sai da sala... Não pensei em mais nada... Só tentei interiorizar a barriga... A dor... O desespero... As sensações...
Fui andando e olhando com cara de dor para as pessoas... Tinha dificuldade ao andar...
A Yumi na frente me sinalizou o melhor local... Foi para o orelhão mais próximo...
Esperei o grupo de mulheres e vinham na contramão se aproximarem...
E assim: Cái!
Eu, grávida, dores...
Yumi gritando: “Ela caiu, ajuda!...”
Me motivou a pedir ajuda também... Desesperada...
As mulheres ajoelharam sobre mim...
- Confesso ter vibrado um pouco pela motivação delas: A cena estava feita! -
Elas pediram para eu deitar...Iam chamar ajuda...
Eu disse estar bem...
Só precisava de ajuda para levantar...
Tentei sentar...
Me deitaram de novo... Uma delas, mais mocinha, colocou a mão na minha barriga...
-Iii, fudeu!... - Nada! ... A senhora do meu outro lado, pegava o celular:
“Calma,...”
“Está tudo bem, só preciso de ajuda para levantar... Quero ir para casa, por favor!”
“Você mora aqui perto? Qual o seu telefone?”...
- A Yumi desesperada, gritando, tentando ligar para o resgate do orelhão... Pessoas a ajudando... Quanto percebi... Diversas pessoas em volta...
Vozes:
“Calma, calma!”
“Fica deitada!”
“Chamem o resgate!”
“O que ela tem?”
...
A senhora ao meu lado:
“Você está com quantos meses?
-Fudeu! Sei lá... Quantos meses?... Fingi não ouvir... –
“Quantos meses vocês está?”
“Cinco! ... Mas está tudo bem... Me ajude a levantar, por favor...”
O desespero da mulher... Nessa hora comecei a pensar em como contaria a ela... Como pediria desculpas... Ela estava apreensiva...
“Fale o número da sua casa!”
“3... 2...”
De repente, uma voz: “Fique tranqüila, o resgate chegou!”
O.O
Uma viatura policial! Todos com cara de alívio! - Menos eu e a Yumi – Óbvio! -
“Está tudo bem! Não, está tudo bem, sério! Me ajudem a levantar, por favor!”
Levantei com dificuldade, com a ajuda do policial...
A Yumi: “Ajudem só a levá-la ali dentro... Ela precisa só sentar...”
“Sente aqui na viatura!”
“Eu estou bem, obrigada gente! Eu moro aqui perto... Desculpe...”
Yumi: “Está tudo bem, ela está comigo, eu a levo para casa!”
“Você conhece ela?”
“Sim! Ela é minha irmã... Está tudo bem!”
-Detalhe:eu,latino-americana; ela: oriental... -
“Mas é rápido! A gente te leva até a base...”
“Não, eu...”
O guarda na minha frente... Com uma cara de dúvida também – Minha barriga devia estar muito torta, ele próximo de mim... Olhei nos olhos dele, tentei passar segurança, tentando de alguma forma mostrar para ele que era uma brincadeira, que não esperava toda aquela repercussão...
“Tem certeza que não quer que a levemos?”
“Tenho! Está tudo bem... Obrigada... Moro perto...”
Um senhor passante, com a porta do carro da viatura aberta, ele insistia, com cara de experiência e seriedade para a minha “teimosia de criança”: “Entra, deixe eles te levarem, é melhor...”
“Obrigada, eu estou bem, eu... Obrigada gente... Está tudo bem...”
Quando virei dei de cara com mais uma porção de pessoas...
A Yumi me dando assistência: “Mantém a cena, calma... Vamos... mantém...”
“Ok..”
Continuei em cena, tentando justificar minhas ações para o público, falei para Yumi: “Calma.. Estão todos olhando para mim... Eu estou bem! Vamos entrar ali dentro um pouco, quero sair daqui... Espera...” – E parava de vez em quando para segurar a barriga e respirar fundo...
Entramos na Olido... Mantive mais ou menos a cena – Tinham pessoas atrás que poderiam estar olhando para a gente... - Andando com dificuldade, mas já rindo e comentando com ela...
Que loucura! Aquela sensação de “Ufa! Foi por pouco!” ...
Teve momentos que pensei em contar a verdade... *Íamos acabar presas! Apedrejadas... Sei lá...
Muitos estavam lá por curiosidade... Mas senti o desespero em outros...
Nossa! Com coisa séria não se brinca!
- Não tente fazer isso em casa!* Só se estiver muito bem treinado e souber a hora certa de parar e como contar a verdade, tendo recursos para isso!... -
Teve momentos em que fiquei realmente preocupada... Na hora de levantar... Aquela barriga torta!...
A Yumi e suas ações foram fundamentais! – Obrigada! S2*** - Não sei se conseguiria sozinha... Contornar a situação, convencer as pessoas de que ficaria bem...
Com certeza, elas vão ficar um tempo pensando se era verdade, ou mentira...
Enfim...
“Ufa... Simplesmente... Inesquecível!... S2
Encontro de 26.06.2011
Campo de visão
“Siga o mestre”
Seja o outro!
O imite...
Confie nele...
Entre em sintonia
...
Você é o mestre?
Tenha o grupo com você!
O conquiste!
O modele!
Sincronia... Sintonia...
Conexão... Emoção!
E já aquecidos
Seis estados... Seis sentidos
Incorporando... Interagindo:
Estado Bêbado – Desequilíbrio!
De um lado a outro... Não vá cair!
Malandro!
Vida mansa... Ginga...
E aí se faz de neutro!
Objetivo... Eficiente!
Como adulto, se faça de criança:
*Curie tudo!
E Intensifique:
Novela mexicana!
Movimentos longos, sentidos!
Amor e ódio!
Ame... o mate!
Se deixe morrer...
Viva!...
Proteja-se,
Se declare...
Sofra!
Mate-e-morra!
...
MUITO intenso! S2
...
E as cenas... as sensações...
E o empenho das pessoas: O grupo!
A que prepara acessórios e falas...
O que trás vários sons... Vários efeitos...
A que trás dinâmicas...
O que cria na hora e dá show de originalidade...
E rumo ao comprometimento...
Rumo a evolução!
“Siga o mestre”
Seja o outro!
O imite...
Confie nele...
Entre em sintonia
...
Você é o mestre?
Tenha o grupo com você!
O conquiste!
O modele!
Sincronia... Sintonia...
Conexão... Emoção!
E já aquecidos
Seis estados... Seis sentidos
Incorporando... Interagindo:
Estado Bêbado – Desequilíbrio!
De um lado a outro... Não vá cair!
Malandro!
Vida mansa... Ginga...
E aí se faz de neutro!
Objetivo... Eficiente!
Como adulto, se faça de criança:
*Curie tudo!
E Intensifique:
Novela mexicana!
Movimentos longos, sentidos!
Amor e ódio!
Ame... o mate!
Se deixe morrer...
Viva!...
Proteja-se,
Se declare...
Sofra!
Mate-e-morra!
...
MUITO intenso! S2
...
E as cenas... as sensações...
E o empenho das pessoas: O grupo!
A que prepara acessórios e falas...
O que trás vários sons... Vários efeitos...
A que trás dinâmicas...
O que cria na hora e dá show de originalidade...
E rumo ao comprometimento...
Rumo a evolução!
quarta-feira, 29 de junho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
Lembranças de lembranças
Uma lembrança que dizia que quando morava em algum determinado lugar algo lhe chamava atenção e de fato aquilo que chamava atenção apreciava muito, aquele barulho até hoje nao sai da minha cabeça, lembro que quando era jovem tinha um negocio em frente da minha casa que o trolebus passava e eu ficava feliz por aquilo, lenbro tambem que quando eu fiquei um pouco mais velho lembro que brincava numa represa.
Ah!! e como eu ficava feliz toda as meninas peladas na agua e os outros de vigia.
Tantas coisas boas que aconteceram na minha vidinha....
Ah!! e como eu ficava feliz toda as meninas peladas na agua e os outros de vigia.Tantas coisas boas que aconteceram na minha vidinha....
terça-feira, 21 de junho de 2011
Flash mob?
Já vou logo dizendo que não gosto deste negocio ai, aff ficar se expondo atoa e ninguém prestar atenção em mim? Não quero isso pra mim, eu sou daqueles que gosta do teatro no seu espaço físico, teatro mesmo, com quatro paredes e todas as peças de Shakespeare, esse negocio ai de Ah eu quero fazer revolução teatral nossa que ridículo, uma coisa que eu penso que é ao seguinte quando eu não gosto eu não gosto mesmo não adianta me falar que não vou nem ligar pelo o que se passa.
Tem algumas pessoas que fala que isso é uma arte e que é alguma coisa haver com o cotidiano teatro não é nada de cotidiano, na minha forma de ver o teatro é um lugar com personagens com cenário e tudo que tem direito, sonoplastia, ah não posso me do diretor que tem que ensaiar para não ter nenhum erro, olha que ridículo to fazendo esse Mob ai chega um popular e atrapalha a cena, o que vou fazer? Não tem motivo para isso.
A minha base é a seguinte ensaiar muito, com todos os processos adequados para finalizar um espetáculo no teatro PALCO nada de Flash mob.
domingo, 19 de junho de 2011
19/06 Um dia bem produtivo
Bem, o dia de hoje foi um dia marcante para a minha pessoa, sinto que o grupo está evoluindo (Só alguns ruídos que complica um pouco), vejo que as coisas estão fluindo muito bem, espero que até o final do ano tenha saindo um trabalho espetacular.
Hoje nós apresentamos uma palestra de duração de 5 minutos cada um, no meu caso o meu tema era como motivar o grupo (No sentido do flash mob), creio que não agradei a todos (Fodasse) eu sei que dei o meu melhor, poderia ter me expressado melhor e tal's, enfim tenho visto que o desenvolvimento do coletivo está evoluindo de uma forma bem legal diferente de outros coletivos.
A forma em que a AO conduz o grupo é muito animadora, uma forma nada padrão, coisa de louco como é os nossos exercícios.
Um exercício que a AO nos propôs era de nos apresentar para as pessoas contando da onde era e de alguma imagem da infância, eu falei que não tinha amigos e que ficava brincando de policia e ladrão só (Comentários alheios: Desde pequeno já era ator hahahaha) ; e em particular eu gostei da apresentação do Robson que falou que quando ele era pequeno ele estava no hospital e um dia o pai dele chegou no quarto dele e mostrou uma foto do NINJA JIRAYA e ele pirou legal no sentido de ficar feliz e os médicos tiveram que dar sedativo para ele ficar calmo “Muito tenso isso, mó ninja”.
Mais um post concluído meus queridos e queridas...
Querem ver mais coisas produtivas? Visitem os blogs: http://bakabi.blogspot.com/ e http://refugionocaos.blogspot.com/
domingo, 12 de junho de 2011
Flash Mob .
Hoje tivemos um encontro diferente . O que de principio foi proposto á turma , o famoso Flash Mob ...E tivemos essa experiência hoje .
Depois de um exercicio proposto pela Ana Andreatta (A.o) com bexigas , na qual de começo o foco era não deixar ela cair e passea-la por diferentes partes do corpo sem necessariamente com a utilização das mãos . E em grupo deviamos salvar as nossas bexigas e a do próximo trabalhando sempre em conexão e em equipe .
Depois desse processo restaram apenas três bexigas , que com isso , deveriamos mostrar o trabalho em conjunto em pequenas cenas .
E logo após levar essas cenas para fora do Galeria Olido , em forma de Flash Mob..
E foi o que fizemos , apesar de algumas dificuladades .
Fomos ao Theatro Mvnicipal .
Depois de todas as ações , o interessante foi a impressão do público e como eles reagiram ao que estavam acontecendo .
Um acontecimento para ficar na memória .
♥ Postado por : Giordana ♥
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